Marim Romano. Um novo resumo

Reconstituição topográfica e funcional do sítio arqueológico da Quinta de Marim (Olhão, Faro) e elementos da sua história territorial

Luis Fraga da Silva

Campo Arqueológico de Tavira, Outubro 2009

 

TEXTO INTEGRAL AQUI: http://www.arkeotavira.com/alg-romano/marim2/pdf/resumo-marim.2.pdf (pdf 312K)

Principais ilustrações a incluir na 2ª edição


Historiografia romana da Quinta de Marim

(extracto do prefácio)

O sítio arqueológico de Marim (Quelfes, Olhão, Faro) é um dos mais importantes do Algarve romano e um dos mais referenciados na literatura especializada. É referido pela primeira vez em 1593, por André de Resende, numa notícia relativa a uma inscrição epigráfica [1]. Em 1607 Fernandes Sarrão descreve o sítio como sendo "de muitas antigualhas, de muitos mármores, com muitas letras" na sua História do Reino do Algarve [2].

Praticamente destruído desde a sua exploração muito sumária por Estácio da Veiga e Santos Rocha, respectivamente em 1877 e 1894 [3], tornou-se notório por uma colecção invulgar de epigrafia funerária – sobretudo romana mas também paleocristã –, por algumas plantas esquemáticas de vestígios importantes da época romana e pelo achamento de um tesouro monetário de inícios do séc. V, noticiado em 1786 sem deixar rasto posterior. [4] Os objectos provenientes dessas explorações fazem hoje parte dos acervos do Museu Nacional de Arqueologia e dos museus municipais de Faro e da Figueira da Foz.

Ao longo do séc. XX, antiquários e arqueólogos amadores recolheram aí objectos, de que há escassas notícias até 1986 [5] e dos quais só uma pequena parte ficou à guarda dos museus de Olhão e Moncarapacho.

Em 1988-9 a equipa de Tavares da Silva realizou a primeira intervenção arqueológica científica no local, numa fábrica de salgas entretanto descoberta, intervenção que permanece ainda a mais importante até à data [6].

Em 1990 Cristina Garcia explorou um novo sítio na vizinhança, com um tanque de salgas. Em 1995 a Carta Arqueológica de Portugal publicou a primeira localização topográfica do sítio e a notícia de um tanque de salgas inédito [7].

Em 2002-3 Graen reescavou as fundações do templo romano referido por Estácio da Veiga, revelando novos elementos arqueológicos e objectos inéditos de colecções particulares [8],cujo estudo só foi publicado muito recentemente [9].

Do espólio arqueológico recolhido no séc. XIX destaca-se a epigrafia romana já referida, que foi objecto de estudo por diversos autores, com realce para Encarnação [10]. Desde a publicação em 1984 da sua obra "Inscrições Romanas do Conventus Pacensis até hoje, o número de inscrições romanas provenientes de Marim cresceu de 15 para 19. A epigrafia paleocristã, com três inscrições, teve também uma releitura e resenha bibliográfica recentes, da autoria de Alves Dias [11].

Outros materiais arqueológicos têm sido estudados por diversos autores [12]. Inclui-se nesta 2ª edição um estudo inédito de Lídia Fernandes sobre um capitel romano [13, realizado a pedido do autor.

Entre os estudos sobre Marim sobressaem: a interpretação socioeconómica da epigrafia por Encarnação [14]; a análise de Tavares da Silva sobre a geoeconomia de Marim romano [15] e a obra de Lagóstena Barrios sobre a economia dos produtos piscícolas na Hispania [16]– com numerosas referências a Marim.

O restante conhecimento do sítio deve-se a comentários interpretativos de diversos autores, mais ou menos fundamentados e repetidos, tendo-se gerado uma copiosa bibliografia: o "Levantamento arqueológico-bibliográfico do Algarve regista 108 referências de 37 autores relativas a Marim nos cento e vinte anos entre 1866 e 1986 [17]. Mais recentemente, os templos de Milreu e Marim têm um lugar destacado em dois estudos sobre esse tipo de edifícios [18]. Outro estudo e catálogo sistemático recente das grandes villae tardias da Hispania também inclui Marim [19]. Dois outros catálogos descrevem o balneário [20]. Destaca-se o de García-Entero, de âmbito peninsular, por apresentar pela primeira vez uma validação da sua função relativamente à planta de Estácio da Veiga, considerando paralelos hispânicos.

O verbete publicado em 2006 no Diccionario Akal de la Antigüedad Hispana, sintetiza bem o deficiente estado do conhecimento geral sobre Marim:
"Complexo de ruínas, que, como outros no Sul de Portugal, foi escavado no séc. XIX e não tem uma atribuição clara a uma villa romana, no sentido tradicional desta. Reúnem-se, dentro de uma extensão considerável de terreno, dependências industriais, umas termas de boa construção, casas de habitação que tiveram mosaicos, etc. A isso adicionam-se mais de catorze estelas funerárias, pertencentes a duas necrópoles. O material arqueológico recuperado aponta para uma intensa actividade agrícola e industrial (ânforas de garum, dolia de vinho ou de azeite, etc.). A cronologia é indiferenciada e prolonga-se do séc. I ao séc. V d.C. Há no lugar mostras de cristianização" [21].

De facto a interpretação do sítio está longe de ser unânime: seria a Stacio Sacra referida na "Cosmografia do Anónimo de Ravena", no sentido de igreja paleocristã [22] ou de portus fiscivilla ou vicus [25], uma villavilla agro-marítima [27] ou mesmo uma possível cidade [28].

Lagóstena Barrios, aceitando a sua identificação com a Stacio Sacra, caracteriza o sítio como um núclo secundário, colocando a hipótese de se tratar de uma statio já desde a época alto-imperial, devido aos ricos vestígios que datam desta altura. Considera que as instalações conserveiras se teriam desenvolvido articuladas com as actividades portuária e produtivas do lugar [29].

Dennis Graen aceita também a tese da Stacio Sacra mas baseando-se numa interpretação funerária, pós-romana e páleocristã das plantas de Estácio da Veiga, e na hipotética situação do sítio sobre a via antiga, retomando assim as teses deste autor. São ilações que o presente estudo considera derivarem maioritariamente de permissas inaceitáveis e da datação errada de elementos chave [30]. Esta segunda edição inclui uma crítica às hipóteses de Graen, sem menosprezar a relevância dos novos vestígios descobertos e das hipóteses interpretativas daí decorrentes.

Salvo estas interpretações – de âmbito parcial, demasiado sintéticas ou pouco fundamentadas – Marim nunca foi até agora adequadamente estudado nem objecto de uma restituição arqueotopográfica que pudesse simultaneamente ilustrar a morfologia antiga do lugar, expor o seu perfil funcional e a evolução das grandes fases de ocupação e clarificar a sua posição no quadro territorial do Algarve romano, nomeadamente da sua relação com Ossonoba..

A questão da localização da Stacio Sacra na zona também não teve, até agora, nem um tratamento sistemático nem uma contextualização relativa aos sítios articulados com os eixos viários entre Ossonoba e Balsa, identificados pela reconstituição da corografia antiga.

Nota: As referências bibliográficas seguintes são as do texto integral.


 [1] Lapide de C. Annius Romulus= IRCP nº 40. AL fl. 184: "Inter Pharum & Tauillam in turri, quam vocant Marini cippus." Cit. por VEIGA (1866): 22 e n. 1. A tradução de Rosado Fernandes omite o topónimo, traduzindo-o erradamente por "Torre Marinha"! (AL: 187).
 [2] SARRÃO (1607): 164
 [3] ROCHA (1897); ARA II, pp. 249-286. Esta última obra tem uma importância ímpar no conhecimento do Algarve romano, não só pela sistematização exaustiva dos achados então conhecidos como, sobretudo, pela publicação das plantas e desenhos de Estácio da Veiga.
 [4] Segundo suppl. à Gazeta de Lisboa nº LXIII, de 27 de Outubro de 1786.
 [5] MASCARENHAS (1993).
 [6] SILVA & SOARES (1992). Estes arqueólogos realizaram outra intervenção em 1989 que não foi continuada, permanecendo os seus materiais inéditos.
 [7] MARQUES (1995): 67-107.
 [8] GRAEN (2005 e 2007).
 [9] GRAEN ET ALII (2008).
 [10] IRCP, pp. 81-101; ENCARNAÇÃO (1986).
 [11] DIAS & GASPAR (2006): 221,224-5.
 [12] Adereços metálicos pós-romanos estudados por ALMEIDA (1962); Fragmentos de cerâmica tardia paleocristã por MAIA (1978) e MACIEL (1996); vestígios biológicos da escavação de Tavares da Silva por ANTUNES & MOURER-CHAUVIRÉ (1992); edícula por RIBEIRO (2002); cerâmicas, moedas e nova epigrafia da intervenção de Graen, respectivamente por Schierl (2008), Kleinschmidt (2008) e Zimmermann (2008).
 [13] Revelado por GRAEN (2007), fig. 10, p. 284 e GRAEN (2008), fig. 3, p. 50.
 [14] ENCARNAÇÃO (1984, 1985, 1991). A questão da origem das lápides teve réplica em MANTAS (1997a).
 [15] SILVA & SOARES (1992): 355-8.
 [16] LAGÓSTENA (2001).
 [17] GOMES E GOMES (1988): 86. Para o período posterior a 1986, a bibliografia do presente estudo indica as referências mais significativas, sem preocupação de exaustividade.
Pela negativa destaca-se apenas a planta publicada por J.G. Gorges, que falseia totalmente a escala e as relações espaciais do sítio de Marim, reduzindo o seu tamanho em mais de 1/3! A distância entre os núcleos edificados é reduzida em proporção idêntica (35%), surgindo falsamente próximos e dando a ideia enganadora de se tratar de um único aglomerado [GORGES (1979): fig. LXVII. Reproduzida acriticamente por BASSANI (2005): fig. 18 e por CHAVARRÍA (2007): fig. 120, p. 180].

O autor não soube interpretar o desenho de implantação de Estácio da Veiga, em que a escala das edificações é maior que a do terreno e em que as orientações são apenas grosseiras. Inventou também uma parte do desenho da necrópole. Independentemente das razões destes erros, a sua consequência é ajustar à força a topografia de Marim a um modelo pré-concebido de villa romana típica.
 [18] BASSANI (2005): 95-100 e BOWES (2006): 77-84.
 [19] CHAVARRÍA (2007), nº de catálogo 108, p. 279.
 [20] REIS (2004): nº 070, p. 121-2 e GARCÍA-ENTERO (2005): 437-8, com extensa bibliografia.
 [21] FERNÁNDEZ (2006): 595. Tradução do autor do presente estudo. O texto assume o desconhecimento da história do local e as anomalias da extensão e dos achados epigráficos, relativamente ao esperado numa villa convencional. Por outro lado o aspecto portuário fundamental é ignorado em detrimento de um inverosímil carácter de villa agrícola e industrial - determinado pelo achamento de algumas ânforas e dolia [ver nota 48] - Incorre na incorrecção menor de atribuir as lápides às duas necrópoles.
 [22] VEIGA (1887-91), vol. 2, p. 390. Esta tese teve diversos seguidores.
 [23] LAGÓSTENA (2001): 84, 263, 358. Seria assim uma alfândega fiscal onde se cobrava o portorium, imposto sobre as mercadorias e bens circulados por via marítima ou terrestre, em fronteiras provinciais ou municipais.
 [24] ALARCÃO (2005): 301-3.
 [25] MANTAS (1990): 188, ENCARNAÇÃO (1991): 230.
 [26] ALARCÃO (1988): nº 8/311, p. 208.
 [27] SILVA & SOARES (1992): 357-9, que reflecte uma opinião difundida pela temática das villae marítimas, desenvolvida por EDMONDSON (1990), FABIÃO (1994) e MANTAS (1999), entre outros.
 [28] ARA II: 277, como hipótese interrogada.
 [29] LAGÓSTENA (2001): 262.
 [30] Nomeadamente a necrópole principal, que será abordada mais adiante.

 

 

Marim Romano. Uma nova síntese

A estação arqueológica romana da Quinta de Marim é uma das mais importantes do Algarve e um dos sítios portugueses mais referenciadas na literatura especializada, graças à sua notável colecção epigráfica e ao seu templo-de-galeria.

Corresponde a um povoamento secundário polinuclear, com três centros dispostos ao longo da margem da pequena baía estuarina então existente em frente da barra marítima oriental da laguna de Ossonoba. Os três centros (porto marítimo, villa e fábrica de salgas) individualizam-se dos pontos de vista topográfico, funcional e cronológico:

1. Porto marítimo.

É o núcleo mais importante, com uma cronologia estabelecida entre finais do séc. II e o séc. VI.

Ocupava uma situação portuária estratégica no acesso marítimo oriental à laguna e à cidade de Ossonoba. A sua localização numa baía protegida sobre a barra tornava-o: um porto de escala técnica da navegação de longo curso; um porto de espera de marés da navegação lagunar; e o porto local de acesso mais directo ao santuário do Monte Figo. A combinação destas funções terá estado na origem da construção de amenidades para os viajantes e, muito provavelmente, da criação de um posto de alfândega fiscal e de controlo policial e sanitário.

Os seus elementos arqueológicos mais importantes são:

- Duas fontes-cisternas, talvez sacralizadas, na vizinhança do cais.

- Um pequeno balneário junto de uma edificação importante que poderá ter sido uma estalagem/hospedaria.

- Uma necrópole sob a forma de recinto murado com pátio funerário e dois jazigos-casa, de onde provirá a grande maioria das lápides funerárias romanas associadas a Marim, datáveis aproximadamente entre 180 e meados do séc. III.

A invulgar concentração de lápides funerárias requintadamente esculpidas num recinto funerário cuidado e selectivo – mas com inscrições frustes e associadas a escravos com nomes pretensiosos e a uma elevadíssima taxa de mortalidade precoce das jovens em idade fértil – interpreta-se pela existência de um prostíbulo portuário articulado com um collegium funerário.

O prostíbulo e os seus trabalhadores estariam integrados nas actividades de estalajadaria e banhos, serviços essenciais de recreação e lazer prestados às tripulações e utentes do porto.

A necrópole do porto foi usada como cemitério e talvez como igreja paleocristã, sobretudo na 2ª metade do séc. V, sendo desta época as lápides paleocristãs aí encontradas.

2. Villa agro-marítima.

A sua cronologia estabelece-se entre o séc. I e inícios do V. As partes urbana e fructuaria são mal conhecidas, subsistindo uma planta muito parcial da primeira, que sugere um modelo arquitectónico de villa de peristilo.

A villa corresponde a um fundus que conjecturalmente teria pelo menos 800 hectares e uma frente ribeirinha de cerca de 5 km. Cerca de 90 % das terras teriam uma ocupação equitativa de pinhal e culturas de sequeiro.

Da pars sacra conhece-se um mausoléu senhorial dos sécs. II e III e uma modesta necrópole mais tardia.

Em meados do séc. IV teve um importante processo de reconstrução ou ampliação monumental, em que se destaca um templo-de-galeria semelhante aos de Milreu e S. Cucufate, num estilo arquitectónico designado por romano-céltico, oriundo da Gallia e Britannia. Esta fase de apogeu confirma-se pela frequência máxima da circulação monetária local durante a 2ª metade do séc. IV.

A simplificação arquitectónica e decorativa do templo de Marim relativamente ao de Milreu sugere que se trata de uma cópia posterior e mais modesta deste.

A monumentalização tardia e o achamento de um tesouro de cem solidi não circulados (Honório I, cunhados entre 395 e 402), interpretado como parte de um estipêndio imperial, sugerem que a villa se tornou a residência de um dignitário administrativo e fiscal do porto.

3. Fábrica de salgas (preparados piscícolas e corante de púrpura).

Com instalações industriais, residenciais e um armazém de importação-exportação, pertencia à firma dos Iunii (marca Ivniorum). Configura-se como um pequeno "arraial" num acesso privilegiado aos "pesqueiros de Olhão", com uma cronologia entre finais do séc. II e o terceiro quartel do séc. III.

Os Iunni dispunham de diversos estabelecimentos na costa algarvia, de produção de salgas, contentores cerâmicos e materiais de construção. Possuíam muito provavelmente uma frota pesqueira e de navegação comercial entre o Algarve e o Estreito. Importavam cerâmicas africanas e as suas conservas surgem no Algarve e em lotes exportados para portos do Mediterrâneo Ocidental.

Na vizinhança da fábrica existiam pelo menos dois tanques de salgas isolados, em que pelo menos um deles correspondia a uma exploração autónoma.

A identificação de Marim com a Stacio Sacra – povoação situada entre Ossonoba e Balsa de acordo com a Cosmografia do Anónimo de Ravena – é possível mas pouco provável. Moncarapacho cumpre melhor o perfil adequado e, além disso, o topónimo [*villa] Marini já existiria na época.

A primeira edição do estudo, de 2007, pode ser lida aqui

 

Fig.1

Ocupação romana entre as cidades de Ossonoba e Balsa

pdf 1.2 MB

Fig.2

Ocupação romana entre Marim e Moncarapacho

pdf 0.6 MB

 

 

Fig.3

Marim:

Correcção topográfica dos sítios arqueológicos explorados por Estácio da Veiga em 1877

pdf 0.9 MB

 

Fig.4

Ocupação romana da páleo-baía de Marim.

Os três núcleos de povoamento: a villa, o porto e a fábrica de salgas

pdf 0.6 MB

Fig.5

Marim:

A villa e o porto

pdf 0.7 MB

Fig.6

Reconstituição da linha de costa de Olhão na época romana

pdf 1.4 MB

Fig.7

Comparação das áreas estimadas de Marim, Milreu, Cerro da Vila e S. Cucufate

pdf 1.0 MB

Fig.8

Marim: Reconstituição da paisagem agronómica na época romana.

Condicionantes geográficos do uso do solo e dos limites de propriedade

pdf 3.5 MB

Fig.9

Marim:

Parte urbana da villa (1 de 3).

Comparação planimétrica do sector conhecido da villa de Marim com sectores de outras villae

pdf 1.6 MB

 

Fig.10

Marim:

Parte urbana da villa (2 de 3).

Reconstituição da implantação e da organização funcional do espaço

Fig.11

Marim:

Parte urbana da villa (3 de 3).

Templos de tipo "romano-céltico" com abside.

Comparação e conjectura de evolução arquitectónica

pdf 0.5 MB

 

Fig.12

Marim:

Fábrica de salgas.

Localização arqueológica e proposta de reconstituição topográfica

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Fig.13

Áreas de produção e circuitos de distribuição de mercadorias transaccionadas pelos Iunii

pdf 0.7 MB

Fig.14

Marim: Paralelismos planimétricos da pequena sala absidada do balneum

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Fig.15

Marim: Reconstituição conjectural da topografia funcional da zona do balneum

pdf 0.5 MB

Fig.16

Necrópole do porto de Marim (1 de 2).

Paralelismos planimétricos com "jazigos-casa" da 1ª metade do séc. III

pdf 1.4 MB

Fig.17

Necrópole do porto de Marim (2 de 2).

Análise interpretativa e reconstituição planimétrica

pdf 1.0 MB

Fig.18

Ocupação romana da zona de Moncarapacho

pdf 1.1 MB

Fig.19

Implantação da zona arqueológica estimada de Marim (1 de 2).

Na carta militar de Portugal

pdf 0.8 MB

Fig.20

Implantação da zona arqueológica estimada de Marim (2 de 2)

Sobre a "Urbanização dos Pinheiros de Marim"

pdf 2.2 MB